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dragão e tigre - descentralizar a inovação rende prêmios e aumenta o lucro

FCC cria método original para incentivar seus 600 funcionários a inovarem diariamente; instituição dos EUA premia iniciativa pelo 3º ano consecutivo

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Para muitos colaboradores da FCC, empresa gaúcha que produz componentes para a indústria, o deslocamento entre as unidades da sua maior planta fabril, localizada no Rio Grande do Sul, foi um problema durante anos. Isso porque em dias de chuva, ao cruzar os caminhos, as pessoas ficavam com pés e roupas molhadas. Nas reuniões da companhia, as propostas apontavam para a cobertura dos trajetos, o que na prática era inviável pelo alto custo.

“A solução simples e viável para esse problema veio de um colaborador, através de uma caixa de sugestões: espalhar guarda-chuvas em todos os prédios da estrutura”, conta Marcelo Reichert, CEO da FCC, ao MoneyLab.

A resolução demonstrou o que Marcelo já acreditava: o método de descentralizar a inovação – ao abrir espaço para que todos possam discutir e propor soluções para uma questão – tem muito valor. Há cerca de sete anos, qualquer funcionário tem liberdade e é incentivado a sugerir uma ação, ou mesmo liderar a criação de um grupo multidisciplinar para promover iniciativas dentro da companhia. Há espaço para todos os assuntos e áreas.

Prêmio de inovação

Hoje, existem oito grupos, todos formados por voluntários, trabalhando em temas que abordam desde sustentabilidade até Inteligência Artificial (IA). Os avanços que o método proporcionou para o negócio foram reconhecidos pelo 3º ano consecutivo em evento apoiado pelo IXL Center, instituição norte-americana sediada em Cambridge, que é referência em inovação.

“Ao subir da 33ª posição para a 9ª colocação no ranking das Campeãs da Inovação 2023, fomos reconhecidos como uma das 10 empresas mais inovadoras da região Sul do Brasil”, diz Reichert.

Transformar ideias em materiais

Diante do rápido avanço de temas como IA e impressão 3D no mercado, a FCC encontrou no modelo de inovação colaborativa um caminho para estar sempre na vanguarda. Além das premiações, a iniciativa tem impulsionado também as cifras.

“A empresa vem crescendo muito e está se aproximando ao faturamento de R$ 1 bilhão, meta audaciosa, mas que tem uma contribuição muito forte da inovação. Aproximadamente 15% do nosso resultado vem de produtos inovadores”, afirma Reichert.

Entre os principais produtos inovadores lançados nos últimos anos, se destacam a matéria-prima que permite a fabricação de solas de sapato 100% de fontes renováveis, e uma argamassa polimérica que substitui o cimento na construção civil, reduzindo o potencial de aquecimento global em 10x, quando comparado com o método tradicional.

A ciência dos materiais, base do negócio da FCC, se traduz na criação de um conjunto de moléculas que se transformam em vedantes, adesivos, massas poliméricas, termoplásticos e revestimentos.

“É difícil encontrar um brasileiro que não tenha contato diário com algum produto nosso. Produzimos a capa de borracha das escovas de dente das principais marcas do mercado. Também temos peças em praticamente todos os carros fabricados em território nacional, e fornecemos matérias primas para os 50 maiores fabricantes de calçados do Brasil”, diz Reichert.

Método para inovar

Toda proposta de inovação vinda dos funcionários é separada em dois grandes grupos: inovação cultural – ou a criação de um ambiente propício para a geração de ideias – e inovação comercial, com foco no lançamento de produtos.

A partir dessa premissa, as ideias são classificadas em três caixinhas. A primeira guarda as inovações do dia a dia, como pequenos ajustes nas fórmulas dos materiais. A segunda agrupa conceitos que podem chegar a substituir um produto e aumentar o sucesso dos clientes, como a criação de itens que permitam redução de etapas ou que sejam sustentáveis. “Já na terceira caixinha, guardamos as ideias disruptivas, que tem potencial de abrir novos mercados”, diz Reichert.

Incubadora de startups

Hoje, uma das principais fontes de inovação da FCC é a otimização do uso da impressão 3D. O desenvolvimento é feito em uma das startups da incubadora da companhia, a Lebbre, que fica no mesmo campus fabril, mas opera de maneira independente.

A start up tem como foco testar o uso de novas fórmulas nos componentes que alimentam as impressoras. O objetivo principal é atender às necessidades da indústria de calçados ao promover produtos mais macios e econômicos.

“Oferecemos desde o desenvolvimento de novos materiais até treinamento e o aluguel de impressoras. A ideia é contribuir para que cada cliente consiga produzir seus próprios itens”, diz Reichert. A procura pelo serviço só aumenta, e não é por acaso. “Com o uso dos nossos métodos, o preço do produto impresso fica até 20 vezes mais barato”, afirma o executivo.

Mais informações sobre os serviços da FCC podem ser acessados no site da companhia.

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