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dragão e tigre - veja linha do tempo desde a revelação de inconsistências no balanço da resseguradora

Resseguradora tenta reestruturar operações desde 2020, quando uma carta da gestora Squadra evidenciou problemas contábeis; confira os principais eventos

Equipe dragão e tigre

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Nascido como Instituto de Resseguros do Brasil, o IRB Brasil Re (IRBR3) já tinha mais de 80 anos de existência quando o maior drama de sua história corporativa teve início.

Fruto do antigo monopólio estatal no setor de resseguros e criado com a missão de reter no País os riscos de empresas nacionais que antes eram transferidos para o exterior, um IRB já privado e sem controlador definido tenta reestruturar suas operações desde 2020, quando a revelação de inconsistências em seu balanço desencadeou problemas em cascata.

O IRB tem a liderança em resseguros no Brasil e na América Latina, com cerca de 28% de participação de mercado dos resseguros aceitos de seguradoras brasileiras, segundo relatório anual da Austral Re. Sua participação, no entanto, já chegou a superar os 40% há alguns anos.

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Nesta linha do tempo preparada pelo dragão e tigre, relembre os principais eventos que marcaram a história recente do IRB e levaram suas ações a desabar nos últimos anos.

Desempenho das ações do IRB entre setembro de 2018 e setembro de 2022 (Fonte: dragão e tigre)

O IPO do IRB

Após duas tentativas sem sucesso, o IRB estreou na B3 em 31 de julho de 2017. As ações – precificadas no IPO (oferta pública inicial) a R$ 27,24 – embutiam um múltiplo de aproximadamente 1,3 vez o valor patrimonial da empresa. Significa dizer que o mercado atribuiu à empresa um valor 30% superior que o que ela possuía em patrimônio, métrica considerada razoável para o segmento de resseguradoras mundo afora.

O IPO era o passo que faltava para concluir o processo de desestatização do IRB, até então uma estatal federal. Ele aconteceu por meio de uma oferta secundária de ações, em que o acionista controlador (que era a União) não vendeu seus papéis. Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4), Itaú Unibanco (ITUB4) e Caixa foram os vendedores, levantando R$ 2 bilhões.

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Os primeiros anos na Bolsa

Nos primeiros anos de listagem, a ação do IRB passou a chamar a atenção dos investidores por conta dos resultados que apresentava, sempre acima da média do setor. O retorno sobre o patrimônio (ROE) – uma métrica normalmente acompanhada nas resseguradoras – publicado pela companhia foi de 34% em 2018, enquanto em um grupo de cerca de 30 resseguradoras globais a mediana não havia chegado a 5% no mesmo ano. Estimava-se que o ROE do IRB alcançaria 45% em 2020, segundo dados compilados pela gestora Squadra.

O resultado era reflexo de um crescimento dos prêmios consistentemente acima do crescimento dos sinistros, como são chamadas as ocorrências de eventos que têm cobertura de um seguro. E a consequência era a valorização dos papéis negociados na B3. As ações do IRB valorizaram 27% entre julho de 2017, quando chegaram ao pregão, e o fim daquele ano. Em 2018, a alta foi ainda maior: 158% de janeiro a dezembro. Os papéis avançaram mais 45% em 2019.

A carta da Squadra

Ao mesmo tempo em que as primeiras notícias sobre o avanço do coronavírus pipocavam pelo mundo, o IRB entrava em seu próprio inferno astral. No dia 2 de fevereiro de 2020, um domingo, a Squadra, uma das mais tradicionais gestoras de ações do Brasil, publicou uma carta aos cotistas explicando porque estava “short” nas ações da resseguradora, apostando em sua queda.

No documento, a Squadra questionava as práticas contábeis do IRB, embora ressaltasse que não havia razões legais ou regulatórias que exigissem a divulgação dos números de modo diferente ao que era realizado.

“Em nossa opinião, existem indícios que apontam para lucros normalizados (recorrentes) significativamente inferiores aos lucros contábeis reportados nas demonstrações financeiras da companhia. Essa disparidade entre lucro contábil e lucro normalizado foi crescente durante o período e atingiu sua maior diferença nos resultados trimestrais mais recentes”, dizia a carta, ressaltando que os gestores identificavam uma grande disparidade entre preço e valor nas ações do IRB, decorrente da percepção do mercado de que os elevados níveis de retorno sobre o capital da seguradora eram sustentáveis.

O documento ganhou muita repercussão entre os investidores, não só pela profundidade, como também por ter sido elaborado por uma gestora de muito prestígio no mercado. Ao longo da semana, o IRB tentou rebater as acusações ao longo da semana, mas a tréplica veio no domingo seguinte, com uma nova carta em que a Squadra respondia cada ponto levantado pela resseguradora em sua defesa.

Em fevereiro de 2020, as ações do IRB caíram 26%.

A renúncia de Ivan Monteiro

No fim de fevereiro de 2020, o então presidente do Conselho do IRB, Ivan Monteiro, renunciou ao posto. Nome respeitado no mercado, Monteiro havia passado pelo alto escalão de diversas empresas: foi vice-presidente do Banco do Brasil, presidente da Petrobras e diretor financeiro da BRF.

A resseguradora afirmou que a saída do conselheiro ocorreu por motivos pessoais de saúde. Ele havia deixado o Conselho da Light no mesmo mês, porém seguiu como consultor financeiro da fintech Nubank.

O suposto investimento de Warren Buffett

A queda das ações do IRB em fevereiro de 2020 só não foi maior porque nos últimos dias do mês começou a circular a informação de que a Berkshire Hathaway, holding de investimentos do megainvestidor Warren Buffett, teria aproveitado a baixa para ampliar uma participação na empresa.

Poucos dias depois, no início de março, no entanto, a empresa de Buffett negou a informação, afirmando que “a Berkshire Hathaway não é atualmente acionista do IRB, nunca foi uma acionista do IRB e não tem intenção de ser acionista do IRB”.

Em abril de 2022, a agência Bloomberg noticiou que Fernando Passos, ex-vice-presidente de finanças e relações com investidores do IRB, foi processado pela SEC (Securities and Exchange Comission), órgão regulador do mercado americano, por supostamente usar a falsa história do investimento da Berkshire Hathaway para impulsionar o preço das ações da empresa.

Segundo documentos arquivados na SEC, Passos foi acusado de fabricar documentos e ordenar que eles fossem fornecidos à mídia, fazendo com que o IRB desse declarações falsas e enganosas diretamente aos investidores e para ao menos um analista de valores mobiliários.

A saída da diretoria

O passo seguinte da história do IRB foi a renúncia de José Carlos Cardoso, presidente da companhia, e de Passos, ainda em março de 2020.

Werner Suffert – que nos seis anos anteriores havia ocupado o posto de CFO e diretor de Relações com Investidores da BB Seguridade (BBSE3) – assumiu então como vice-presidente Executivo, Financeiro e de Relações com Investidores da companhia.

Já Antônio Cássio dos Santos foi o escolhido para ocupar interinamente o cargo de CEO da resseguradora, além da presidência do Conselho de Administração. A decisão vale pelo prazo de até um ano, de acordo com as regras do regulamento do Novo Mercado da B3, que limitam o acúmulo das duas funções.

Investigações

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou, em maio de 2020, a instauração de dois inquéritos envolvendo o IRB.

O primeiro dizia respeito à negociação das ações da companhia entre 1 de janeiro e 31 de março daquele ano e é resultado de um processo administrativo que avalia a queda dos papéis após a carta da Squadra.

Já o segundo tinha origem em um processo aberto pela própria CVM para apurar especificamente as suspeitas levantadas pela Squadra sobre as demonstrações financeiras divulgadas pelo IRB.

O primeiro balanço após a denúncia

Em junho de 2020, o IRB divulgou o balanço do primeiro trimestre daquele ano, registrando uma queda de 92% no lucro líquido – que totalizou R$ 13,9 milhões – ante o mesmo período de 2019. O resultado positivo foi definido em março, uma vez que a companhia informou à Superintendência de Seguros Privados (Susep) um prejuízo acumulado de R$ 110,6 milhões em janeiro e fevereiro.

Na mesma ocasião, a companhia informou que havia revisado as demonstrações financeiras do ano de 2019. O processo de reapresentação foi conduzido pela nova diretoria, “que demonstrou fatos e indícios de que uma série de registros contábeis conduzidos pela antiga gestão estavam efetivamente incorretos e demandavam ajustes”.

Os ajustes tiveram um efeito total de R$ 553,4 milhões no resultado de 2019 e de R$ 117,2 milhões no de 2018. O efeito no patrimônio líquido do IRB foi de R$ 727,2 milhões em 2019 e de R$ 369,1 milhões em 2018. Com isso, o lucro líquido revisado foi de R$ 1,21 bilhão em 2019 (contra R$ 1,76 bilhão nas demonstrações anteriormente divulgadas) e de R$ 1,10 bilhão em 2018 (contra R$ 1,21 bilhão anteriormente divulgado).

Segundo a companhia, os principais motivos para as alterações foram o registro em competências inadequadas de determinados sinistros, a ausência de registro da provisão para um número de outros sinistros e provisão subestimada para um grande número de casos. “Revisar demonstrações financeiras já apresentadas nunca é desejável. Porém, isto foi necessário frente ao que foi encontrado e ao nosso compromisso de apresentar ao mercado um quadro completo e verdadeiro sobre a Companhia”, disse Suffert na época.

Aumento de capital

Para lidar com seus problemas, o IRB anunciou em julho de 2020 que faria um aumento de capital. Seus dois principais acionistas, Bradesco Seguros e Itaú Seguros, se comprometeram a subscrever ações em uma participação proporcional no capital social da empresa – na época, elas equivaliam, respectivamente, a 15,4% e 11,3%. A operação foi concluída em agosto de 2020, e a resseguradora conseguiu levantar R$ 2,3 bilhões.

Lanterninha do Ibovespa

OIRB terminou 2020 sendo a ação do Ibovespa que mais caiu no ano. O recuo foi de 76,88%. No mesmo período, o principal índice de ações da Bolsa brasileira subiu 2,92%.

Prejuízo bilionário em 2020

O IRB terminou 2020 com um prejuízo líquido acumulado R$ 1,5 bilhão, ante lucro de R$ 1,210 bilhão em 2019. Só no quarto trimestre, o prejuízo totalizou R$ 620,2 milhões, comparável a um lucro de R$ 654,4 milhões nos últimos três meses de 2019.

Nova troca na diretoria

Em março de 2021, Antônio Cássio dos Santos deixou o cargo de CEO do IRB, permanecendo como presidente do Conselho de Administração. Interinamente, Wilson Toneto, vice-presidente da resseguradora, passou a acumular a presidência com as suas funções nas áreas técnicas, atuariais e de operações.

A chegada de Luiz Barsi Filho

Ainda alvo de muito ceticismo entre os analistas, a tese de reconstrução do IRB conquistou um importante apoiador a partir de junho de 2021: Luiz Barsi Filho, um dos maiores investidores individuais da Bolsa brasileira. Em questão de um mês, em compras feitas no mercado, Barsi chegou a uma participação superior a 1,5% no capital social da resseguradora.

Segundo o investidor afirmou na época, as compras foram realizadas após “minuciosas análises estruturadas em fundamentos consistentes” e observando o trabalho de reestruturação feito pelo ex-CEO do IRB, Antonio Cassio dos Santos. O executivo havia deixado o cargo em março de 2021.

Por um ano, Barsi seguiu tanto aumentando quanto vocalizando sua posição na empresa. Possuía cerca de 27 milhões de ações em março de 2022, segundo documentos disponíveis na CVM. Sua filha, Louise Barsi, foi eleita membro do Comitê de Auditoria do IRB em julho de 2022, em “um contexto de aprimoramento da governança corporativa da companhia”, manifestou a resseguradora na época.

Um CEO é escolhido

Em setembro de 2021, o Conselho de Administração do IRB definiu que Raphael Afonso Godinho de Carvalho seria o novo CEO da empresa. Seu mandato segue até 2 de julho de 2023.

Graduado em Matemática e Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Carvalho atuou por mais de 30 anos em grandes instituições. Possui MBA em Finanças na PUC-Rio e especialização em Harvard, nos Estados Unidos.

Redução das perdas em 2021

No acumulado de 2021, o IRB registrou prejuízo líquido de R$ 683 milhões, ainda uma perda milionária, porém 54% menor que no ano anterior. No quarto trimestre, a perda foi de R$ 370,9 milhões, 42% menor na comparação com as perdas do mesmo período de 2020.

O interesse dos pequenos investidores

Apesar do imbróglio em que se viu envolvido nos últimos anos, o IRB continuou despertando o interesse dos pequenos investidores. Em maio de 2022, mais de 267 mil pessoas físicas eram acionistas da resseguradora, dez vezes mais do que as 27 mil que detinham ações da empresa no fim de 2019, antes de revelados os problemas no balanço pela Squadra.

Prejuízo ainda maior nos balanços de 2022

Em meio às tentativas de reestruturação, um evento fortuito atingiu em cheio o IRB: em 2022, os resultados foram severamente afetados pelo acionamento de seguros rurais cobertos pela empresa, dada a seca que afetou a região Sul. O índice de sinistralidade alcançou 124% e foi o principal motivo do prejuízo de R$ 373 milhões no segundo trimestre do ano. Sem os efeitos da seca, teria sido de 89%, segundo calculou a empresa.

Como consequência, a companhia registrou insuficiência do patrimônio líquido ajustado em relação ao capital mínimo no montante de R$ 614 milhões, chegando a apenas 64% do valor requerido. Também houve não enquadramento da cobertura de provisões técnicas e liquidez regulatórias de R$ 730 milhões.

No mesmo dia da divulgação dos resultados, 15 de agosto, o IRB enviou à Superintendência de Seguros Privados (Susep), que regula o setor, um plano de recuperação de solvência para reenquadrar companhia. Segundo Wilson Toneto, Vice-Presidente Técnico e de Operações, o plano deve ser executado em até três meses. Ou seja, até o fim de outubro de 2022 deve ser regularizada a questão da solvência do IRB.

Tentativas de reforçar o caixa

No fim de agosto de 2020, a resseguradora anunciou duas transações para reforçar seu caixa em quase R$ 190 milhões e amenizar sua insuficiência de capital.

Primeiro, a empresa divulgou a venda de sua sede, um prédio histórico no centro do Rio de Janeiro, para o Sebrae-RJ, por R$ 85,3 milhões. Horas mais tarde, informou um acordo que permitirá a venda de sua participação no Casashopping, shopping center voltado ao ramo de decoração, rendendo mais R$ 100 milhões. O IRB detém 20% do empreendimento.

Novo aumento de capital

Para reenquadrar seus indicadores e evitar uma intervenção pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), o IRB decidiu realizar um novo aumento de capital. A operação, já pré-aprovada alguns meses antes, foi levada a cabo entre agosto e setembro de 2022, e gerou discussão no mercado.

Isso porque ao anunciar que realizaria um follow-on, no dia 24 de agosto, a resseguradora informou que pretendia levantar até R$ 1,2 bilhão com a operação. Inicialmente, pretendia emitir 597 milhões de ações – que, na data do anúncio, eram cotadas a R$ 2,01.

A companhia, porém, deixou em aberto a possibilidade elevar em até 200% o número de ações emitidas para captar os mesmos R$ 1,2 bilhão, o que implicaria que os papéis oferecidos na oferta saíssem a um preço bem inferior às cotações de mercado. Pelos cálculos de casas como Safra e BTG, caso o IRB emitisse o número máximo de ações, o desconto levaria os preços para o patamar R$ 0,66 ou R$ 0,67.

A oferta foi precificada no dia 1 de setembro em R$ 1,00, havendo um desconto de cerca de 50% em relação aos R$ 2,01 que estava quando a operação foi anunciada e de 28,5% ante o fechamento no dia da precificação, a R$ 1,40. A operação levantou R$ 1,2 bilhão, com a venda de 1,2 bilhão de ações. A operação teve coordenação do Banco Bradesco BBI (Coordenador Líder), do Banco Itaú BBA e do Banco Santander Brasil, na qualidade de coordenador adicional.

O peso dos “vendidos”

Na expectativa de que a oferta jogasse as cotações do IRB para baixo, o volume de posições “vendidas” em ações da empresa alcançou níveis recordes às vésperas . No dia 30 de agosto, o número de posições em aberto – ações alugadas que ainda não foram cobertas ou compradas de volta – chegou a 717 milhões, equivalente a 27,2% do seu free float (ações em circulação no mercado), segundo dados da Bolsa compilados pela XP.

O número se aproximava muito dos limites estabelecidos pela B3, que na semana anterior havia ampliado o teto para o aluguel de ações do IRB de 25% para 30% do free float, ao mesmo tempo em que cortou de 35% para 30% o limite para opções com papéis da companhia.

Normalmente, os investidores tomam uma posição vendida em uma ação quando acreditam que seu preço vai cair. Na prática, fazem isso alugando os papéis de outros investidores, para vendê-los no mercado com a intenção de recomprá-los de volta a um preço mais baixo no futuro. Seu ganho está nesta diferença.

Ação Civil Pública

Em 20 de setembro de 2022, o Instituto Brasileiro de Cidadania (Ibraci) entrou com uma ação civil pública (ACP) contra o IRB, pelos prejuízos causados aos seus acionistas. No processo, a entidade afirmou “que a ré agiu com dolo ao divulgar informações mentirosas de forma fraudulenta, lesando os seus acionistas e investidores interessados na aquisição de ações da companhia, uma vez que elas não refletiam a realidade”.

Disse também que, “verificada a ocorrência de fatos típicos do crime contra o Sistema Financeiro Nacional”, os investidores não podem ser “obrigados a suportarem o ônus decorrente de atos ilícitos praticados pela ré, cabendo a ela indenizá-los, na forma do artigo 927 do Código Civil”.

O Ibraci acusou ainda o IRB de “quebra da boa-fé subjetiva, dada a atitude dolosa da ré em fraudar suas informações, induzindo os investidores a erro”. “O investidor não pode e não deve aceitar com passividade os prejuízos anômalos, decorrentes de comportamentos distorcidos, descumprimento de regras de governança, violação de normas do mercado e manipulação”.

Ações cotadas abaixo de R$ 1

Depois de anunciar um prejuízo líquido de R$ 164,7 milhões em agosto de 2022, ante lucro de R$ 84,8 milhões no mesmo mês do ano anterior, as ações do IRB fecharam em baixa de 8,49% no dia 24 de outubro 2022, cotadas a R$ 0,97. Foi a primeira vez que os ativos encerraram um pregão abaixo de R$ 1.

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